Ex-companheira de cela afirma que iraniana era analfabeta e que nunca traiu o marido
A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, que havia sido condenada à morte por apedrejamento por adultério, assinou uma confissão dos crimes dos quais é acusada sem saber o que fazia, já que é quase analfabeta, relatou uma ex-companheira de cela.
A jornalista Shahnaz Gholami, que esteve presa com Sakineh por 99 dias entre 2006 e 2007 suspeita de ser opositora ao regime do presidente Mahmoud Ahmadinejad, contou à agência de notícias ANSA que o documento firmado pela iraniana estava escrito em farsi, língua quase desconhecida por ela, que compreende só azerbaidjano.
- Assim que lhe foi informado o que tinha assinado, desmaiou na cela e por vários dias se recusou a comer e beber.
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